O Xaninho estava pela primeira vez no Hawaii e foi logo comer o prato principal – Pipeline de gala.
Chegamos ao Hawaii de noite e para despertarmos de uma viagem de quase 2 dias, nada melhor do que ser recebido por um dos ícones de Pipeline… Sir Rory Russell. É impressionante sentir a sua constante boa disposição e ouvir as histórias que tem para contar. Conhece o Hawaii como poucos, ganhou por duas vezes o Pipeline Masters e, apesar de toda a fama e glória, mantém-se humilde e despretensioso. Um verdadeiro exemplo do soul surfer. Nicolas Pinot, o nosso representante em França também se estreou em Pipeline.
Ao contrário da década de setenta, os nossos team riders não dominavam as ondas havaianas, aliás, como dissemos antes, muitos chegavam a esta ilha pela primeira vez. O que faltava em experiência era compensado pela vontade de surfar ao máximo e de usufruir das melhores ondas até ao limite. Não estava em causa provar que eram os melhores, mas sim desfrutar e conhecer melhor algumas das ondas mais difíceis do planeta.
Fomos directos para o North Shore, para umas casas mesmo coladas a Waimea, e o Hawaii, mesmo de noite, mostrou-nos logo que não estava para brincadeiras. O som da rebentação impunha respeito. Adivinhavam-se dias com ondas grandes… O Pedrinho Soares a mostrar a garra de Carcavelos.
E assim foi. No dia seguinte, Pipeline estava gigante com sets de 5 metrões, mas ainda um pouco desordenados. Poucos estavam na água, mas só de ver já era impressionante. Não eram as condições mais “seguras” para surfistas se estrearem em Pipeline.
Logo a partir desse dia, interiorizamos os dois conceitos essenciais para surfar bem no Hawaii. O primeiro é o respeito e conhecimento do mar. As ondas no Hawaii têm bastante mais força do que na Europa. É uma ilha isolada no meio do Pacífico e o mar tem muito menor oposição das plataformas continentais. Além disso, as bancadas de coral muitas vezes são rasas e uma má entrada na onda pode facilmente levar a lesões graves. O segundo é a calma, uma característica dos locais. Têm uma serenidade e paz de espírito notáveis. Para surfares ondas grandes no Hawaii é praticamente proibido entrares nervoso, só vai complicar as coisas e vais gastar energias que podem ser preciosas. Txaber Trojaola, o team rider espanhol a voar em Haleiwa.
Mas outra coisa óptima no Hawaii é haver spots com tamanhos para todos os gostos e, assim, lá fomos para outro spot mais “amigável” no primeiro dia.
Claro que todos os surfistas queriam surfar Pipeline com ondas grandes, mas o mais importante era surfarem descontraídos, divertirem-se e conseguirem, acima de tudo, evoluir no seu surf, e nem sempre os spots mais famosos são os ideais, onde há o fantasma do crowd com a fama de muito localismo e agressividade.
Os nossos team riders não tiveram qualquer problema com o crowd durante toda a viagem, mas sentiram a tensão constante na água, especialmente nos picos mais famosos do North Shore: Pipeline, Sunset e Rocky Point.
No segundo dia, com Pipeline ainda bem imponente, com sets de 10 a 12 pés, uns 4 metros, o Xaninho foi o herói do dia ao dropar uma das maiores bombas. Outra vez Alexandre Ferreira a encaixar perfeitamente nos tubos de Pipeline.
Muitos dos team riders conseguiram vencer os seus receios nesse dia e concretizar o sonho de surfar Pipeline. Durante os outros dias, o team andou a surfar vários spots ao sabor das condições do vento, do crowd e do estilo de cada um.
Haleiwa foi outro dos spots mais surfados, com uma onda muito manobrável ideal para o estilo do Txaber e também do Gege Brasset. E como não podia deixar de ser, ninguém saiu da ilha sem surfar Sunset e Rocky Point, e outros secret spots incríveis.
Jeremy “Gege” Brasset, em Haleiwa
Outro dos momentos altos da viagem foi, sem dúvida, assistir à sessão de ondas grandes em Waimea, num dia em que as ondas chegaram aos 30-35 pés. Um espectáculo impressionante só de ver, sensação que, sinceramente, só é possível experimentar estando lá. Surfistas com pranchas nunca inferiores a 10’ e um aparato de salva-vidas munidos de motas de água e helicópteros quase que teatralizavam uma sessão absolutamente incrível.
Mas esta viagem não era só surf. Era o regresso à nossa terra natal. Queríamos conhecer os lugares, as pessoas e as histórias que fazem parte do imaginário da marca. E assim, o after surf era sempre recheado de convívios e barbecues onde aproveitávamos para conhecer surfistas e shapers ligados à história da marca, e para nos conhecermos melhor, já que o team tinha aquisições muito recentes. Jord “Flying Dutchman” Fortmann o team rider holandês não esteve apenas no shape com o Rory Russell.
David Raimundo num bottom turn muito profundo em Pipeline.
Além do team europeu juntaram-se também a nós alguns elementos da equipa da Lightning Bolt EUA, também agora a renascer em Venice Beach, na Califórnia.
Jonathan Paskowitz, o brand manager da marca nos EUA, era, a par de Rory Russell, o nosso guia e orientador de viagem. E era ele o Chef do nosso grill nos jantares ao ar livre. E que mérito teve ele em conseguir alimentar o pessoal todo, sempre esfomeado.
Entra aqui para veres todas as fotos de surf.
30/04/2010
Os melhores momentos de surf no Hawaii
Team riders na Liga ProSurf, 1ª etapa
Começa já amanhã a primeira etapa da recém criada Liga ProSurf 2010 - anteriormente conhecida como Campeonato Nacional de Surf Open e Feminino.
Esta etapa de 4* realiza-se na Praia Internacional (Edifício Transparente) no Porto durante o fim-de-semana, e a armada da Lightning Bolt vai estar lá.
No evento masculino, o vice-campeão nacional Alexandre “Xaninho” Ferreira vai tentar começar da melhor forma a sua disputa pelo título nacional, que no último ano esteve tão perto, e ainda estarão a representar o raio, o David Raimundo e o Miguel Ximenez.
Na competição feminina estará a Maria Abecasis, também ela já uma candidata à vitória na etapa, dada a sua enorme evolução nos dois últimos anos.
A prova vai ter live streaming na Web no site oficial do evento. Entra aqui.
O TMN Pro contará ainda com algumas actividades paralelas, como uma animada Expression Session, a realizar no Domingo; aulas de surf gratuitas pela escola Onda Pura; uma exposição de fotografia de Ricardo Bravo, um dos fotógrafos portugueses de surf mais requisitados do meio; Fantastic Cable; Bungee; uma pista de Segways TT; a iniciativa da TMN Kamikaze Moche; Big Foots; e uma Onda Pura Sunset Music Session, no Sábado, a partir das 16 h, com DJ´s e Happy Hour na Zona Vip.
27/04/2010
Israel Rocha, o novo team rider
A primeira foto que nos envia da África do Sul em boa companhia.
Foto: Giovanna Marcondes
Estamos a preparar a reentrada da Lightning Bolt no Brasil e nada melhor para comemorar do que anunciar o nosso primeiro patrocinado, o Israel Rocha.
O Israel Rocha tem 26 anos, já faz surf há 14 anos e vive no sul em Florianópolis.
É local da praia do Santinho, uma das praias onde se realizam os maiores eventos locais e nacionais de surf e também etapas do WQS e Pro júnior.
Tem um estilo de surf mais clássico com muitas rasgadas e “rabetadas”, e não é adepto das manobras “new school”. “Gosto de surfar na linha da onda e fazê-la até ao final”
O Israel é uma surfista muito tranquilo, que adora a natureza e trabalha há cerca de 8 anos no ramo do turismo, na Pousada Mares do Santinho, que também recebe vários surfistas que vão lá correr o WQS.
Além do surf, o Israel é praticante de yoga, corrida e futebol.
Neste momento está numa surftrip à África do Sul até dia 7 de Junho, e as suas bases são Plettenberg Bay no primeiro mês de viagem, e depois vai estar na conhecida Jeffreys Bay até ao fim da viagem.
As suas primeiras impressões do país falam-nos da fauna:
“Apesar de todos falarem da abundante fauna na África do Sul, estou surpreso com a harmonia entre a natureza e as pessoas”. Ontem, quando ele surfava ondas perfeitas em “Loockout Point”, em Plettenberg Bay, viu passarem por ele cerca de 40 ou 50 golfinhos.
E logo de seguida até apanhou um susto: viu uma sombra preta gigante embaixo dele na água, e pensou que fosse um temido tubarão branco que existe aos montes por lá. Mas eram duas arraias enormes. Ao chegar a casa, com Giovanna Marcondes, apareceram diversos macacos. Foi impressionante o dia, diz o Israel, e dá para sentir que foi mesmo. História daquelas pra contar e lembrar pelo resto da vida
21/04/2010
BOLT 4 FREE – QUERES SER UM DESIGNER OFICIAL BOLT?
Queremos que uma peça de roupa ou acessório de moda da nova colecção Lightning Bolt Primavera|Verão 2011 seja da tua autoria, com a tua assinatura!!!
E, ainda por cima, queremos que seja a peça que todos os surfistas vão querer ter.
Para seres o autor do próximo best-seller da Lightning Bolt, podes desenvolver de raiz a proposta para uma peça de roupa ou acessório de moda ou enviar-nos apenas um estampado/desenho/ilustração para animar/personalizar uma peça de roupa standard (t-shirt, longsleeve, sweatshirt, mochila, calções, casacos, lycras). Tens é de ter a certeza que qualquer surfista vai querer comprar a tua peça!
Só tens uma limitação criativa: a tua peça vai ter de conquistar o maior número de surfistas, nas lojas onde vai estar à venda.
Vamos produzir a melhor e mais bem conseguida ideia que recebermos!
A ideia vencedora será produzida e comercializada em todos os países da Europa onde a Lightning Bolt vende a sua colecção.
Como é que podes participar?
É simples:
1 - Vai a uma das nossas páginas do facebook
www.facebook.com/lightningbolteurope ou www.facebook.com/lightningboltportugal
2 – Faz um post com o título BOLT4FREE – Surfer’s Must-Have / BE AN OFFICIAL BOLT DESIGNER/ILLUSTRATOR e adiciona a tua peça ou estampado/desenho/ilustração. Nesse post podes também adicionar texto que aches conveniente ou colocares links para outros endereços.
Nota: No Facebook tens de enviar as imagens em jpg ou png. Se quiseres enviar depois ficheiros em outros formatos (AI, Freehand, Photoshop, etc.) então podes enviar para info@lightningbolt.eu.com
Quem Ganha?
A votação dos fãs em cada ideia. Contam os “I like this” e os comentários positivos – vale 50%
A opinião da equipa Lightning Bolt – vale 50%
Se tiveres dúvidas por favor envia-nos um e-mail para info@lightningbolt.eu.com.
As participações são válidas até 15-Agosto-2010
20/04/2010
Free surf nos Coxos
Miguel Ruivo, um local bem habituado a esta famosa direita
Teresa Abraços, uma das mais respeitadas surfistas portuguesas, aqui a testar o seu backside
Alexandre Ferreira aka Xaninho, o vice campeão nacional a acordar bem cedo para mais um treino
Jord Fortmann o nosso patrocinado holandês está cá em surftrip e aproveitou bem para subir ao lip
Jord Fortmann aqui num bottom turn com o rail bem cravado
O Miguel Ruivo é especialista em ondas grandes, mas mesmo quando está mais pequeno, consegue leques deste alcance
De novo o Miguel a encarar de frente a onda
Tão simples como 4 surfistas amigos se juntarem e combinarem uma surfada relaxada e tranquila bem cedinho, num dos melhores spots portugueses.
Foi em Abril e as fotos são do André Carvalho.
Podes ver todas as fotos desta sessão aqui na galeria do Flickr da Lightning Bolt Europe
19/04/2010
BOLT MAG – NOVA EDIÇÃO PRIMAVERA VERÃO ONLINE
Na barra em cima clica para veres em fullscreen, fazer download ou imprimir.
A quarta e mais recente edição da Bolt Mag mostra-te o que andamos a fazer nos últimos seis meses.
Entre todas as notícias destacamos:
The Trip: Hawaii 2010 – Return to the Source
Collection: Primavera-Verão 2010
A Pure Source: Graham Smith – Vida de Shaper
Highlightning: Radio Cuba
We Like: Rémi Bertoche
Profile: Txaber Trojaola
Worldwide Bolt: Os nossos Bolt Riders à aventura no México, Indonésia e Filipinas
Bolt Lab: Nova Colecção de Pranchas
Stuff: Breves da Marca
Bolt4Free: Em cada edição oferecemos-te prémios… Apenas tens de ser um dos melhores no desafio proposto!
A edição impressa gratuita chega brevemente a todas as lojas Lightning Bolt e também a todos os revendedores autorizados. A edição para Portugal está em Português.
12/04/2010
Surftrip no Havai – o video oficial – Parte II
Hoje apresentamos-te a segunda parte do vídeo da surftrip ao Havai, com os nossos team riders da Lightning Bolt Europe a surfar o North Shore
Team Riders: Alexandre "Xaninho" Ferreira, David Raimundo,Jeremy Brasset, Jord Fortmann, Nicolas Pinot, Pedro Soares, Txaber Trojaola.
Onde: Pipeline, Haleiwa, Puena Point
O Txaber Trojaola, o nosso patrocinado espanhol do país basco esteve lá e fala-nos um pouco mais sobre Haleiwa, um dos spots onde estiveram a surfar:
Foi a tua primeira surftrip com a Lightning Bolt, quais eram as tuas expectativas?
Tudo era novo para mim, por isso queria conhecer melhor a equipa e passar bons momentos, apanhar boas ondas e conseguir boas fotos.
Mas não foi a tua primeira viagem ao Hawaii…
Foi a minha terceira ida ao Hawaii, mas nunca convivi tão de perto com os havaianos! Tive a oportunidade de surfar novos spots.
Surfaram alguns dias em Haleiwa, porquê?
Fomos lá algumas vezes pois tinha menos crowd e também queríamos um surf mais relaxado e divertido. As ondas não são tão grandes, nem tão perigosas como Pipeline.
Como descreves as ondas que surfaste em Haleiwa, em comparação com os spots clássicos como Pipeline e Sunset?
É uma onda diferente, completamente diferente. É uma direita potente e com muita corrente. Mas é muito manobrável e, de vez em quando, dá uns tubos.
Em que condições de vento e direcção de swell funciona melhor?
Sem vento ou vento de sul e penso que o swell deve ser de norte. Para surfar Haleiwa precisas de algum tamanho de swell.
Também surfaste Pipeline, Sunset e outros spots. Qual achas que se enquadra mais no teu estilo?
Gosto muito de Sunset e penso que Pipe também pode ser uma boa onda também. Mas preciso de conhecê-la melhor e ganhar mais confiança. Normalmente está cheia de crowd e senti alguma pressão e stress. Não me senti tão bem 100% preparado.
E os locais fizeram-te a vida negra na água?
Nunca tive problemas lá, mas a luta na água é grande e as posições de cada um são claras. Eu gosto de estar tranquilo, à espera do meu momento e da onda. Não há nada como surfar só com alguns amigos na água…
A equipa era um autêntico melting pot europeu. Como é foi conviver com surfistas portugueses, franceses e um holandês?
Foi muito bom. São boas pessoas e foi mesmo divertido dentro e fora de água.
05/04/2010
BOLT4FREE – Vencedores e Resultados
Chegou ao fim a 2ª edição do BOLT4FREE!!!
Lançámos o desafio para colocar a Lightning Bolt no livro de recordes do Guinness, e foram várias as ideias que surgiram.
E quem decidia eram os fãs da marca no Facebook. Não tivemos qualquer interferência na decisão dos vencedores. Ganhavam as ideias que tivessem mais “I like this” e comentários positivos. A luta pelo primeiro lugar não podia ter sido mais disputada, pois o primeiro lugar apenas superou o 2º lugar por um voto.
Aqui ficam os três premiados e as respectivas ideias vencedoras!!!
1º Lugar - Francisco Guerra Lourenço
“Preencher as invisíveis linhas que definem os países deste mundo com o maior número de voluntários. Vestidos com as roupas e acompanhados das pranchas da nova colecção Outono-Inverno 10-11, vamos mostrar o que melhor define a marca LB (dedicação, união, conforto, pura adrenalina e paz interior) e de mãos dadas render a Europa à união de todos nós. Criar um espírito de tribo e estimular o desenvolvimento e crescimento do desporto e da marca LB”
O Francisco vai levar para casa uma prancha longboard Lightning Bolt.
2º Lugar - Suel Marley
“Todos os surfistas ou pessoal que tenha pranchas da LB, todos juntos fizessem uma linha de pranchas de surf no litoral de Portugal, tudo o que fosse praia tinha uma barreira de pranchas, ficando Portugal assim cercado de pranchas a oeste e a sul, e pela Espanha a Norte e a Este”
O Suel ganha uma prancha de surf (shortboard) da Lightning Bolt
3º Lugar - Tiko Fé
“A minha ideia era conseguir pôr o maior número de surfistas numa onda a fazer um tubo”
O Tiko ganha um High Voltage Kit Sony/Lightning Bolt: 1 leitor mp4 Sony + Mochila exclusiva Lightning Bolt + Capa de silicone exclusiva.
Os vencedores vão ser contactados no prazo máximo de duas semanas para ser combinada a entrega dos prémios.
Parabéns aos vencedores e agradecemos a todos os que participaram, pois foram vários os concorrentes que tentaram a sorte com ideias excelentes de todo o género, de cariz social, ambiental, de pura festa, de associação ao Usain Bolt e até ideias de surfistas paraquedistas.
Deixamos em baixo algumas outras participações que gostamos.
Ailton Tavares
“A LB criar o maior raio humano que alguma vez atingiu os oceanos. Tipo isto: Juntar o maior número possível de pessoas em carcavelos e irem para o mar criar o maior raio humano que já atingiu os oceanos”
Hugo João
1- “Fazermos a maior concentração de surfistas com as suas pranchas todos na mesma praia”
2- “Juntarmos o maior número possível de surfistas e apanharmos todos a mesma onda, mesmo que seja em pranchas separadas”
Hélder Rodrigues
“Reunir o maior número de surfistas a surfar ao mesmo tempo”
Zé Peixoto
“Reunir o maior número de paraquedistas juntamente com surfistas para saltar do ar com uma prancha de surf colocada nos pés, fazendo assim a maior surfada no ar, até aterrar na praia, onde todos juntos iríamos dar as mãos e gritar bem alto Lightning Bolt”
Daniel Cuzato Gonzalo
“Criar na praia o maior efeito dominó feito com pranchas de surf, e quando estas caíssem criassem a forma de um raio”
Ana Rita Santos
“Maior número de pessoas vestidas com uma t-shirt com o raio da Lightning Bolt”
Moisés Daniel
“Maior homenagem às vítimas do terramoto no Haiti com uma cerimónia simbólica no meio do mar por surfistas e não surfistas”
Fernando Roussado
“Juntar todos os surfistas de Portugal na maior churrascada à maneira. Lightning para as meninas e Bolt para os rapazes”
James Elliot
“Fazer a maior onda mexicana no mar. O maior número de surfistas sentados nas suas pranchas no mar a fazer a onda mexicana ”
JBapt Iste
“Oferecer ao Usain Bolt uma prancha da LB e fazer com que ele batesse o record do mundo 100m a correr com a prancha nas mãos”