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18/11/2011

"November Begins" com uma Lightning Bolt Pipeliner 7.5

O Bolt Rider Txaber Trojaola foi literalmente apanhado em excesso de estilo com uma Lightning Bolt Pipeliner 7´5 numa tarde de Novembro.


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November Begins from jon aspuru on Vimeo.

16/06/2010

O raio a surfar na Costa Rica – O take off

Lightning Bolt Surfing Costa Rica 07A primeira sessão de surf na Playa Hermosa, ainda no meio da viagem para Pavones

Pelas três da tarde locais, a Lightning Bolt crew, formada pelos team riders Pekel, Miguel Ximenez, Txaber Trojaola, Léa Mengual, Gege Brasset e Justin Delanne, acompanhados do Sérgio Rosário, Gonçalo Martins, Nuno Cardoso, Ricardo Bravo e a Maria João Nogueira, chegou finalmente à capital da Costa Rica, San Jose.
Abraçados pelo calor e humidade típicos dos trópicos, saímos do avião para descobrir que não tínhamos chegados todos afinal… Faltavam as malas e as pranchas!!! Mas apesar de ficarmos apenas com as mochilas às costas e de termos de aguardar pacientemente em fila para reclamarmos os nossos pertences, a boa disposição dos locais, que frequentam habitualmente as redondezas do aeroporto, foi contagiante e rapidamente recuperamos a energia e esquecemos este azar. Fomos recebidos por cânticos e sons improvisados e sorrisos acolhedores – Bien Venidos a Costa Rica!
Lightning Bolt Surfing Costa Rica 01À entrada do parque natural para visitar a cratera principal

Sem grande stress, alteramos os nossos planos e decidimos esperar mais um dia em San Jose para podermos partir rumo ao sul com tudo o que era preciso para enfrentar as ondas.
A hora do jantar foi a risota. Recomendaram-nos um simpático e pitoresco restaurante perto do hotel, onde experimentamos os típicos Casados… mas confeccionados com um toque muito especial! Do nada, parte do team invadiu literalmente a cozinha e ajudou a cozinheira a preparar as refeições. A liderar estes aprendizes estava, como não podia deixar de ser o Chef Pekel! Os Casados estavam deliciosos! Era isto mesmo que estávamos a precisar para repor energias e descansar em pleno.
Lightning Bolt Surfing Costa Rica 03A meio de uma viagem normalmente para-se numa estação de serviço. Aqui para-se para ver crocodilos.
Às seis da manhã de domingo estávamos já preparados para arrancar para uma visita ao vulcão. Mas “San Jose” não ajudou e tivemos logo de comprar uns coloridos impermeáveis na loja do parque natural, porque a chuva começou a cair intensamente. Chegados ao topo… foi a risota e a desilusão total : As vistas sobre a cratera mesmo ali em baixo não passavam de uma enorme e densa névoa, com muita chuva à mistura!
Regressados ao nosso relaxado hotel Dos Palmas, aguardávamos agora a chegada do já mítico Rory Russell e da Joana Machado… e das nossas malas e pranchas, para darmos um salto ao centro da cidade.
Seguia-se uma longa mas fantástica viagem para o Rancho Burica e entretanto, por entre as gotas da chuva e o barulhos do voo rasante dos aviões, só se ouve “Então, quando é que vamos surfar?
O Bolt Team estava ansioso por arrancar de San José rumo ao Rancho Burica, a 5km de Pavones, e claro, pela primeira surfada desta surftrip, por isso, às 6 da manhã estava já tudo a postos para começar a longa roadtrip até ao sul da Costa Rica.

Lightning Bolt Surfing Costa Rica 05O team todo trajado a preceito para enfrentar um primeiro dia de chuva

Os três carros partiram carregados de malas, pranchas e excitação. O bom tempo estava de volta e o calor apertou intensamente durante quase toda a viagem.
Reinaldo, o nosso guia e co-proprietário do rancho, liderava o caminho e prometeu-nos logo uma primeira paragem muito empolgante: Ver crocodilos! E assim foi, sobre uma ponte que cedia passagem entre as margens de um rio largo e lamacento, o Rio Tarcoles, espraiavam-se ao sol, dentro e fora de água, vários crocodilos de dimensões consideráveis.
De volta à estrada, a interrupção seguinte foi para conhecermos Jaco, uma cidadezinha costeira, ou melhor dizendo, uma estrada ladeada de casas em segunda linha com a marginal, por se tratar de um centro de surf. Parámos para uma fashion session, visitámos um shaper e uma das maiores surfshops da área, onde Rory Russell foi recebido entusiasticamente pelo proprietário da loja, o americano Chuck Herwig. Depois de muitos abraços, troca de t-shirts e autocolantes, fotografias e filmagens, saímos com a garantia de que, sendo agora «Chuck’s friends», seríamos muito bem recebidos em todo o lado!
Lightning Bolt Surfing Costa Rica 04O Rancho Burica estava a aproximar-se e deixava de ser uma miragem

Lightning Bolt Surfing Costa Rica 06A primeira surfada tinha de acontecer a qualquer custo, e o Txaber não fugiu aos trabalhos

Lightning Bolt Surfing Costa Rica 08Rory “The Dog” Russell foi logo recebido em grande na primeira surfshop pelo proprietário, o Chuck Erwig.

Lightning Bolt Surfing Costa Rica 09
E teve logo uma sessão de autógrafos

Mas o team queria era surfar e então Reinaldo levou-nos à famosa Playa Hermosa, onde todos tiraram a barriga de miséria, excepto as meninas, porque a corrente estava muito forte. E lá seguimos viagem depois da primeira surfada na Costa Rica.

Lightning Bolt Surfing Costa Rica 10Miguel Ximenez a dar de caras com uma recepção volumosa de espuma.

Por agora é tudo, mas continuem atentos, pois o melhor ainda está para vir.
ALOHA

12/04/2010

Surftrip no Havai – o video oficial – Parte II

Hoje apresentamos-te a segunda parte do vídeo da surftrip ao Havai, com os nossos team riders da Lightning Bolt Europe a surfar o North Shore
Team Riders: Alexandre "Xaninho" Ferreira, David Raimundo,Jeremy Brasset, Jord Fortmann, Nicolas Pinot, Pedro Soares, Txaber Trojaola.
Onde: Pipeline, Haleiwa, Puena Point

O Txaber Trojaola, o nosso patrocinado espanhol do país basco esteve lá e fala-nos um pouco mais sobre Haleiwa, um dos spots onde estiveram a surfar:
Foi a tua primeira surftrip com a Lightning Bolt, quais eram as tuas expectativas?
Tudo era novo para mim, por isso queria conhecer melhor a equipa e passar bons momentos, apanhar boas ondas e conseguir boas fotos.
Mas não foi a tua primeira viagem ao Hawaii…
Foi a minha terceira ida ao Hawaii, mas nunca convivi tão de perto com os havaianos! Tive a oportunidade de surfar novos spots.
Surfaram alguns dias em Haleiwa, porquê?
Fomos lá algumas vezes pois tinha menos crowd e também queríamos um surf mais relaxado e divertido. As ondas não são tão grandes, nem tão perigosas como Pipeline.
Como descreves as ondas que surfaste em Haleiwa, em comparação com os spots clássicos como Pipeline e Sunset?
É uma onda diferente, completamente diferente. É uma direita potente e com muita corrente. Mas é muito manobrável e, de vez em quando, dá uns tubos.
Em que condições de vento e direcção de swell funciona melhor?
Sem vento ou vento de sul e penso que o swell deve ser de norte. Para surfar Haleiwa precisas de algum tamanho de swell.
Também surfaste Pipeline, Sunset e outros spots. Qual achas que se enquadra mais no teu estilo?
Gosto muito de Sunset e penso que Pipe também pode ser uma boa onda também. Mas preciso de conhecê-la melhor e ganhar mais confiança. Normalmente está cheia de crowd e senti alguma pressão e stress. Não me senti tão bem 100% preparado.
E os locais fizeram-te a vida negra na água?
Nunca tive problemas lá, mas a luta na água é grande e as posições de cada um são claras. Eu gosto de estar tranquilo, à espera do meu momento e da onda. Não há nada como surfar só com alguns amigos na água…
A equipa era um autêntico melting pot europeu. Como é foi conviver com surfistas portugueses, franceses e um holandês?
Foi muito bom. São boas pessoas e foi mesmo divertido dentro e fora de água.

13/01/2010

Hawaii – O primeiro surf

O primeiro dia de surf em Pipeline esteve de gala para receber os meninos, e já temos altas fotos, mas essas vão ter que esperar. Ai é é. No dia a seguir o mar baixou, mas mesmo assim Pipe é sempre Pipeline.
Para vos deixarmos roidinhos de inveja aí vão fotos de três spots: Pipeline, Sunset e Haleiwa.
Hawaii-Return to the source-first surf11 
O menino Xaninho, rei da Poça, não veio para brincadeiras. Não se cansou de se mandar para as maiores no dia anterior em Pipeline, e depois repetiu a dose logo depois do pequeno-almoço.

Hawaii-Return to the source-first surf09 
Txaber Trojaola, o nosso surfista basco a tentar encontrar uma entrada para o mais famoso tubo do mundo



Hawaii-Return to the source-first surf07 
Mais um drop de Mad Xano em Pipeline 

Hawaii-Return to the source-first surf01
Joshua Paskowitz muito empenhado a filmar as ondas.

Hawaii-Return to the source-first surf02 
Mal chega da Indonésia manda-se para um voo de 2 dias até ao Hawaii. Não contente com isso ainda arranja energias para se mandar logo para Sunset

Hawaii-Return to the source-first surf12 
Em Haleiwa no pre-surf e da esquerda para a direita: David Raimundo, Jord Fortmann e Nicolas Pinot
 
Hawaii-Return to the source-first surf06 
Gege Brasset na sua estreia em Haleiwa.

Hawaii-Return to the source-first surf04 
Jord “Fart”mann, o nosso holandês em alta pose

09/01/2010

Hawaii-Return to the Source-Primeiro dia

Finalmente conseguimos publicar algumas fotos do primeiro dia. O mar tem estado incrível e já apanhamos Pipeline e Sunset Beach com mais de 3 metros.
Mas essas imagens ainda estão para vir. Não falta muito. Enquanto esperam deixamos aqui um aperitivo. E continuem aí com esse frio de rachar…

A ARMADAHawaii-Surftrip-Day1_01 Left to right clockwise: Nicolas Pinot, Joshua Paskowitz, Paulo Couto, Kara Smith, Dominique, Jord Fortmann, Gege Brasset, Txaber Trojaola, David Raimundo, Dustin Franks, Alexandre “MadXano” Ferreira. 
A BASE 
Hawaii-Surftrip-Day1_05 
À NOITE
Hawaii-Surftrip-Day1_02 
Left to right clockwise: Margarida, Maria João, Nicolas Pinot, Paulo Machado, Jonathan Paskowitz, Dustin Franks, Nick Walker, Kara, Eric 

PRIMEIRO SPOT-HYKILAY
Hawaii-Surftrip-Day1_04 

SEGUNDO SPOT-PIPELINE
Hawaii-Surftrip-Day1_03